quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Rodrigo Rollemberg sucede o Governador mais humilhado da História do Distrito Federal!

 O ex-Governador Agnelo Queiroz do Distrito Federal passou à faixa para o seu sucessor sem cumprir sua principal promessa de campanha:

SAÚDE:

 Agnelo Queiroz foi eleito em 2010 com a promessa de revolucionar a saúde pública no Distrito Federal.
Ele assume o Governo em um momento oportuno, onde a então presidente eleita Dilma Rousseff

 do PT receberia à faixa presidencial do presidente Lula no dia 01/de janeiro de dois mil e onze-
Ambos do mesmo Partido Político: Politicamente; Qualquer governador não encontraria dificuldades para gerir um orçamento tão favorável! Afinal era uma dinastia total do PT.

E o que deu errado?

Vejam vídeos de sua campanha!

 O governo investiu em publicidades mostrando suas realizações na área de saúde, educação, segurança trasporte público e etc..no entanto sai do cargo com uma lacuna imensa com à sociedade de Brasília.
Propagandas do próprio governo apontam gastos em vários setores; Deixando uma [?] interrogação  inclusive com os gastos com os personagens que atuaram no comercial público do governo.

Segue matérias

  O Governo do Distrito Federal está realizando diversos investimentos na saúde do DF. Em pouco mais de dois anos, o governo já destinou R$ 5,8 bilhões para essa área. Para que essas ações sejam de conhecimento de todos, a Secretaria de Publicidade Institucional, em atividade conjunta com a Secretaria de Saúde, colocou nas ruas a campanha publicitária intitulada "boletim da saúde".                                                                                                                               
Se naquela ocasião às propagandas do governo de Agnelo Queiroz enalteciam seus feitos em vários setores do governo; Como explicar tamanho fracasso em todos os setores da gestão Agnelo Queiroz




Para onde foram os investimentos da Saúde Pública?
Carla Rodrigues 
26/08/2013


"Os investimentos na rede pública de Saúde do Distrito Federal somaram quase R$ 6 bilhões nos primeiros dois anos e meio da gestão do governador Agnelo Queiroz. Mas a população quer saber: para onde, exatamente, foi a verba? Isso porque ainda faltam médicos, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), enfermeiros, aparelhos, leitos de UTI e remédios.
Um enfermeiro da rede que preferiu ficar no anonimato admite a precariedade do sistema. “Trabalhamos sem maca, sem remédios. O que acontece ali dentro, até Deus duvida. A gente se sente impotente em determinadas horas”, confessa.
Tudo isso vai na contramão do que diz o Programa de Governo do petista. São 13 itens de promessas, aliados a um belo discurso,  assegurando: nos primeiros 100 dias de governo a ordem no atendimento médico  seria restabelecida. Mas isso não aconteceu nos mais de 900 dias depois da posse.
O primeiro ponto do programa fala em reestruturar o Sistema único de Saúde (SUS) no DF. Compromisso que só teria dado certo, aponta o promotor de saúde Jairo Bisol, se Agnelo Queiroz e os responsáveis pela pasta tivessem elaborado um modelo de gestão.
Desumano
Outra promessa de campanha é a de “cuidar do usuário da saúde como indivíduo, garantindo a acessibilidade, o vínculo, a continuidade, a integralidade, a responsabilização, a humanidade e a equidade”. Porém, basta entrar nas unidades de saúde para ver o quadro desumano. A mulher de um paciente denuncia: “aqui há muito desrespeito. Meu marido aguarda por cirurgia no braço e está há mais de três semanas internado. Eles justificam a demora dizendo que faltam anestesistas”, conta a esposa. Informação confirmada pela direção do hospital, ao dizer que dois estavam de licença.
Cadê os profissionais?
Outro ponto que não condiz com a realidade do DF é o que fala em priorizar a valorização dos trabalhadores de saúde e contratar profissionais da área em quantidade necessária para “o pleno funcionamento dos serviços”. Segundo Jairo Bisol, esse ponto é um dos piores no governo Agnelo. “Quando tomou posse, o governador multiplicou as secretarias, fragmentou os cargos em comissão, para espalhá-los entre seu exército de cabos eleitorais. Quando ele tomou essa atitude, empurrou o que já estava num limite perigoso para um extremamente delicado, o limite de gastos de pessoal impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Diante disso, pressuponho que a estratégia era terceirizar. Tudo aquilo que ele dizia que não iria fazer”.
Enquanto isso, pacientes dizem se sentir excluídos do sistema. “A fila está grande, mas se tivessem médicos suficientes, isso não iria acontecer”, reclama uma mulher que acompanhava o filho na espera por atendimento no Hospital Regional da Asa Norte. 

Somente promessas 
Ponto a ponto os compromissos de campanha de Agnelo Queiroz caem. Um deles, inclusive, trata-se de dotar a população de condições de trabalho, incluindo, entre outras coisas, a criação de creches públicas em cada cidade do DF. Apesar da promessa de construir 50 unidades este ano, apenas uma foi criada, em Sobradinho II. E faltam apenas quatro meses para 2013 acabar.
Em junho foi publicada auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF) que aponta: apenas 3,46% da demanda por creches são acolhidas pelas unidades públicas. Porém, o objetivo do governo federal é de que as creches públicas consigam atender a 50% de toda a necessidade do DF. 
O relatório mostra também que faltam professores e monitores nas creches. A expectativa da Secretaria de Educação é concluir todas as 112 unidades até o final de 2014, ano eleitoral. Cada uma delas deveria atender 120 crianças de até 5 anos, em tempo integral.
ORÇAMENTO PARTICIPATIVO
Há ainda outra promessa no programa que não foi cumprida: “Estabelecer ações prioritárias, metas e recursos em discussões públicas nas cidades, ou seja, o Orçamento Participativo (OP), garantindo as necessidades da população no Plano Distrital de Saúde discutido e aprovado no Conselho Distrital de Saúde”. Um dos 76 conselheiros do orçamento, empossados pelo governador Agnelo Queiroz, põe em xeque a seriedade e transparência do OP. “O pessoal foi se desestimulando. Nada das obras que foram priorizadas no orçamento anterior e no deste ano saiu”, denunciou o conselheiro do Sudoeste, Elder Rocha. Cansados de esperar, a maioria deles já abandonou os cargos.

Obra não aconteceu
Na época em que foram eleitas as prioridades especiais do Orçamento Participativo, em 2012, a construção do Hospital Regional de São Sebastião ficou em primeiro lugar, com mais de 3,5 mil votos da população. A equipe de reportagem do Jornal de Brasília foi até o local destinado à obra e não encontrou nada além de um extenso terreno sem utilização alguma. 
Pense nisso
As razões para a revolta dos pacientes da rede pública poderiam compor uma lista sem fim. Na teoria, os impostos pagos pela população deveriam garantir que todo o cidadão tivesse um atendimento digno sempre que precisasse. Na prática, o brasiliense encontra hospitais sucateados, médicos que precisam correr contra o tempo para atender a todos – isso quando há médicos –, além da falta de medicamentos e de insumos. Diante desta triste realidade, o sentimento é de descontentamento, mas também de desconfiança.
Defensoria Pública é a saída
Quase todos os dias da semana, a Defensoria Pública de Saúde do DF lota. As filas chegam a invadir o lado de fora da sala. Do lado de dentro, várias histórias colocam abaixo o Programa de Governo de Agnelo Queiroz. Uma delas é o triste relato de Bernardino Godino, 60 anos. Sua filha, hoje com dois anos, nasceu prematura e, por conta disso, teve hidrocefalia. Após a cirurgia, a criança ficou com sequelas: não enxerga e a traqueia alargou.
Pedido de socorro
Hoje, a menina precisa de um aparelho chamado cânula traqueal para viver. Porém, a família não consegue mais pagar pelo tubo que custa, em média, R$ 220. Desesperado, ele buscou a defensoria para que o governo pague pelo aparelho. “A gente não tem mais dinheiro. Preciso muito que o governo me forneça. Ela é tão pequena, precisa tanto dessa ajuda”, afirma.
A camareira Andrea Martins, 38 anos, também precisou procurar o órgão. “Desde o ano passado, preciso de uma consulta no médico para avaliar meus exames e fazer uma cirurgia no quadril e nunca consigo”, conta. “A dor é insuportável e eu preciso trabalhar. Não estou aguentando mais”, ressalta a camareira. Sobre a saúde pública do DF, ela diz: “Agnelo não cumpriu nada. Sinto-me tão pequena passando por isso. Não queria nem deveria estar aqui, apelando para isso”, reclama. 
Ponto de vista
O especialista em administração pública da Universidade de Brasília (UnB) José Matias-Pereira observa que o atual governador conseguiu vencer a eleição, principalmente, em função da promessa de que seria o secretário de Saúde. “Em torno disso, a população criou uma enorme expectativa de que pelo menos boa parte dos problemas da área fossem sanados”, diz.
Mas muitos não foram. Um deles diz respeito à contratação de profissionais.  Segundo o promotor de saúde Jairo Bisol, “o déficit continua altíssimo. O governo não conseguiu contratar médicos. Quando diz que conseguiu fazer isso é uma meia-verdade. E uma meia-verdade é uma grande mentira”, alerta.
Morte após 23 dias de espera em hospital público

Uma das pacientes mostradas na reportagem de ontem do Jornal de Brasília, Amélia Cantuário, 83 anos, acabou morrendo. O filho dela, o funcionário público Pedro Cantuário, 55 anos, procurou a reportagem para dar a triste notícia.

Foram 23 dias de espera para resolver um caso que parecia simples, uma cirurgia de fêmur. A família veio de Arinos, interior de Minas Gerais, para realizar o procedimento.
“Jamais pensei que minha mãe fosse morrer deste problema”, lamenta a filha, Ana Amélia Cantuário, 37 anos, que a acompanhava no hospital.
Tarde demais
A cirurgia chegou a ser feita, mas, segundo a filha, era tarde demais. “Ela já estava fraca de tantos dias de jejum para fazer a cirurgia sem nada acontecer. Quando retornou da cirurgia, já veio desacordada, desde então ficou entubada”, conta.
Para se ter ideia do descaso, a aposentada chegou no DF em 30 de julho, por volta das 23h30, e só conseguiu ser internada às 4h da madrugada. “Primeiro, a ambulância a levou para Planaltina, mas falaram que não fazia a cirurgia, assim seguimos para Sobradinho, e lá disseram que não havia vagas. Por último, viemos para o Paranoá”, relembra a filha.
Descaso total
O mau atendimento não parou por aí. Por quatro vezes a idosa teve de ser submetida a jejum de 12 horas.
“Eles diziam que iam fazer a cirurgia, mas na hora davam uma desculpa ou sequer apresentavam justificativa. Minha mãe morreu por descaso”, afirma Ana Amélia.
A Secretaria de Saúde respondeu à reportagem informando que a família não autorizou a necrópsia para saber a causa da morte da idosa.
fonte:
 JORNAL DE BRASÍLIA

Não ficou só em um campo específico às necessidades do governo Agnelo, ele disse que priorizaria a saúde não cumpriu! E encerra seu governo de uma forma caótica com a população do DF padecendo - E no fim de sua gestão o GDF castiga de uma forma monstruosa os funcionários, com falta de pagamentos: Com salários atrasados os prestadores de serviço encerra o ano sem colocar um centavo em suas contas, setores prioritários como transportes escolares terceirizados já estão com seus vencimentos com quatro meses atrasados. Estes trabalhadores só somam com outras categorias prestadores de serviços: Caminhoneiros que trabalham para Companhia Urbanizadora [Novacap] já estão com mais de seis meses sem receber seus salários_ muitos destes prestadores de serviço são cooperados:


O Governo do Distrito Federal foi parar de forma negativa nos tele-jornais; Nacionais por precariedades em todos os setores!



É neste cenário que o novo governador Rodrigo Rollemberg assume o comando da Capital Federal:

Retrospectiva:
Revejam seu discurso de posse!

Agnelo Queiroz toma posse e assume compromisso contra a corrupção no DF

01/01/2011 - 12h17
Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil
"Brasília - Agnelo Queiroz e Tadeu Filippelli, governador e vice do Distrito Federal, tomaram posse hoje (1º) pela manhã na Câmara Legislativa do Distrito Federal com a promessa de uma gestão livre da corrupção. A cerimônia ocorreu após a posse dos 24 deputados distritais e lotou o auditório do prédio.
A cerimônia de posse começou, com atraso de uma hora, por volta das 11h. Após a execução do Hino Nacional, Agnelo e Filippelli fizeram o juramento de compromisso e assinaram o termo de posse. Depois, o governador fez, emocionado, um discurso de cerca de meia hora, em que agradeceu a confiança das pessoas que votaram nele. Agnelo disse que exigirá lealdade e transparência de atos do governo, sobretudo dos amigos.
“Quero ver em cada um dos companheiros de jornada o compromisso público que tem de ser a raiz de todos os governos”, disse. O governador ainda afirmou que “as nuvens tempestuosas de uma das piores crises do DF ainda não se dissiparam”, referindo-se à crise no ano passado que resultou na saída de José Roberto Arruda do governo. Entretanto, se comprometeu a resgatar o orgulho do povo do Distrito Federal.
“A situação que nos encontramos, com o serviço público no caos, dívidas, obras paralisadas, são frutos de um jeito de governar que usa o dinheiro público para benefício pessoal. Não é aceitável que a capital federal seja percebida como sinônimo de corrupção, negociatas e práticas incompatíveis com o serviço público. Não é possível que seja motivo de achincalhe e piada nacional”, destacou Agnelo.
Ele também assumiu o compromisso de estabelecer a ordem no serviço médico do DF nos primeiros 100 dias de seu governo, o fim do analfabetismo em dois anos, preparar jovens para o mercado de trabalho e estimular o investimento em empreendimentos no DF. “Apoiaremos o pequeno empreendedor da nossa terra para se desenvolver aqui. Brasília é a unidade da federação mais rica do país, precisa transformar isso em beneficio direto para o cidadão.

Rollemberg toma posse no DF ressaltando crise e falando de 'austeridade'

Bruna Borges
Do UOL,em Brasília 

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1º.jan.2015 - O ex-governador Agnelo Queiroz (esquerda) passa a faixa para o governador eleito do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), em cerimônia de posse

  • 1º.jan.2015 - O ex-governador Agnelo Queiroz (esquerda) passa a faixa para o governador eleito do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), em cerimônia de posse
  • O novo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), e o vice-governador, Renato Santana (PSD), tomaram posse dos cargos na manhã desta quinta-feira (1º), na Câmara Legislativa.
A sessão solene de posse foi secretariada pela deputada distrital Liliane Roriz (PRTB) e presidida pelo presidente da Casa, deputado Wasny de Roure (PT).
Antes de ser empossado, Rollemberg participou de uma missa na Igreja Dom Bosco, em Brasília, ao lado de sua família. No período da tarde, Rollemberg vai participar da cerimônia de posse da presidente reeleita, Dilma Rousseff.
A transmissão de cargo por Agnelo Queiroz (PT) ocorreu no Palácio do Buriti. Mas não haverá coquetel de encerramento por determinação do novo governador para economizar.
Segundo Rollemberg, o Distrito Federal passa uma crise financeira "muito grave" e exige "austeridade". O rombo nos cofres públicos é estimado pela equipe de transição em R$ 3,8 bilhões.
Comento: Agnelo Queiroz assumiu no dia 01/01/2011 com este discurso: “As nuvens tempestuosas de uma das piores crises do DF ainda não se dissiparam”, referindo-se à crise no ano passado que resultou na saída de José Roberto Arruda do governo. Entretanto, se comprometeu a resgatar o orgulho do povo do Distrito Federal. 

Comento: Vejam a semelhança dos discursos!
Rollemberg:
"Vivemos uma crise sem precedentes, a cidade está destroçada. [...] A situação econômica é grave, gravíssima, vivemos o maior desequilíbrio orçamentário da história de Brasília, isso exigirá uma postura firme e eficiente para poder equilibrar as contas públicas", discursou.
Comento: O Governador já era conhecedor das mazelas do governo de Agnelo Queiroz, por isso não pode se arriscar a cometer os mesmos erros: Ele têm uma dívida para administrar. No primeiro ano deve agir com muita cautela afinal acho que a situação dele é um pouco pior. Agnelo herdou um canteiro de obras que à oito meses de seu governo funcionavam à todo vapor até estourar à crise política..ele ainda recebeu o governo do Ex-Governador tampão Rogério Rosso que ficou no cargo por oito [08] meses e a história não registrou uma dívida absurda e as secretarias funcionavam. 
Rollemberg:
Em meados de dezembro, Rollemberg anunciou que cortaria 15 secretarias do atual governo Agnelo, que tem 39 pastas. O socialista também afirmou que fará governo transparente e combaterá a corrupção. "A cidade não pode ficar identificada pelos desmandos e ineficiência e como cidade da corrupção", declarou.
Comento: Agnelo Queiroz assumiu o governo com o compromisso de acolher os pelegos que trabalharam em sua campanha: Assim resolveu imitar a presidente Dilma que multiplicou Ministérios e secretarias para agasalhar seus pelegos!
Rollemberg:
Após as eleições, em outubro, o pagamento de funcionários públicos e terceirizados do Distrito Federal ficaram atrasados e uma série de paralisações foram feitas. De janeiro a outubro deste ano, a diferença entre as despesas e as receitas do governo chegou a R$ 3,2 bilhões.
Comento: Houve  paralisações até às vésperas de janeiro e o problema foi empurrado para gestão do governador eleito, alguns terceirizados estão com seis meses de salários atrasados!
"As dificuldades são imensas, mas são muito menores que o sonho de construir Brasília. [...] Teremos um governo ético e honesto. [...] Vamos declarar guerra à burocracia", disse Rollemberg. "Nossa prioridade será a educação."
Comento: Muito bom a preocupação do Rodrigo Rollemberg com à educação. Porém é bom ressaltar: O governo é um todo! E todas às éreas do governo exige um olhar minucioso. Segurança, saúde mobilidade urbana etc..etc.  
Após a cerimônia de transmissão de cargo, Rollemberg afirmou que está negociando com o governo federal o adiantamento da segunda parcela do Fundo Constitucional para atenuar a crise financeira. "A prioridade é regularizar os salários dos servidores e os [contratos de prestação] de serviços". O adiantamento deve ser de cerca de R$ 412 milhões.
Comento: É fundamental o equilíbrio com o governo Federal nenhum governador salvo esteja errado! Foi tão maltratado pelo planalto ou então Agnelo Queiroz "torrou dinheiro!" 
Rollemberg foi eleito com 55,6% dos votos válidos, contra 44,4% de Jofran Frejat (PR) no segundo turno. Esta será a primeira vez que o PSB assume o governo da capital federal. Desde 1989, o Distrito Federal já foi governado por PTR, PT, PMDB, PSDB, PFL, DEM e PR.
Comento: O ex-governador Agnelo Queiroz pegou uma onda pequena e surfou até o Buriti, e ainda acho que a onda é pequena os sufistas é que são fracos! Eu torço mesmo pelo governador eleito.
A coligação de Rollemberg só conseguiu eleger quatro dos 24 deputados distritais da Câmara Legislativa do DF. Com a base aliada reduzida, o governador deve enfrentar dificuldades para aprovar projetos na Casa.
 Comento:    Infelizmente é assim que funciona: Rodrigo Rollemberg sabe muito bem como vão dar trabalho "seis petistas" que estão na Câmara Legislativa por isso seu líder na Câmara terá que provar que sabe jogar o  jogo.
Segue:
"Dirijo-me agora aos 24 deputados distritais eleitos. Acima de tudo está o povo, que espera de nós que trabalhemos para a população. Os parlamentares da base do governo e da oposição com que conversei estão conscientes e tenho certeza de que para tudo o que seja necessário ao povo de Brasília estaremos juntos", afirmou o governador.
Rollemberg nasceu no Rio de Janeiro, mas sua família é sergipana. Ele se mudou para Brasília com apenas um ano de idade. É filho do ex-deputado Armando Leite Rollemberg. Formado em história, começou a vida política no movimento estudantil da faculdade. Filiou-se ao PSB em 1985.
É senador pelo DF e foi deputado distrital e federal pelo DF e secretário de Turismo do governo de Cristovam Buarque (atualmente no PDT) entre 1995 e 1998. Rollemberg declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de pouco mais de R$ 760 mil, com terrenos, cabeças de gado e até bonecos de campanha.
O vice de Rollemberg é o secretário-geral do PSD no DF. Ele já foi administrador de Ceilândia (DF) no governo de Rogério Rosso, em 2010.
Borges:
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2015: Dilma Rousseff e o desafio de superar à si mesma!

Pois é 2015! No Brasil o ano começa com à posse da presidente reeleita Dilma Rousseff

Durante a semana o cerimonial realizou os treinamentos da posse da presidente Dilma Rousseff e do Vice-Presidente Michel Temer que permaneceu na "chapa" como Vice-Presidente da Republica; 

Marcos Oliveira/Agência Senado

servidora atuou no papel da Presidente Dilma Rousseff

A posse será realizada conforme manda o protocolo, Rolls-Royce, batedores e pela cavalaria do Batalhão da Guarda Presidencial:

Segurança reforçada:
De acordo com reportagem da Agência Estado será assim:
 postado em 31/12/2014 09:19 / atualizado em 31/12/2014 10:17
 Agência Estado
ServiEsquema de segurança da posse de Dilma terá 7,6 mil homens

A posse nesta quinta -feira envolverá 4 mil militares e e 3,6 mil agentes da polícia

São Paulo - A segurança da posse da presidente Dilma Rousseff, nesta quinta-feira (1º), é grande e sofisticada: 4 mil militares e mais 3,6 mil agentes da polícia estarão envolvidos - em campo, diretamente na operação, e à distância, como reserva. A chefia do esquema ficou com o Comando Militar do Planalto, organização do Exército. Grupos da Marinha e da Força Aérea integram o dispositivo
dora atua como a presidente reeleita Dilma 

Times de combatentes de elite do reservado Comando de Operações Especiais - as tropas com o treinamento mais exigente das forças terrestres -, foram deslocados de sua base regular, em Goiânia, para Brasília. Especializados em ação antiterrorismo, têm ampla formação, de atiradores de precisão ao resgate e à reocupação de áreas, além do domínio de artes marciais. O governo considerava, ontem, a necessidade de garantir 28 chefes de estado e suas delegações. A maior é a do vice-presidente dos EUA, Joe Biden.

Grande a ponto do número não ser revelado. A menor é de José Mujica, do Uruguai - quatro pessoas.

O deslocamento dessas comitivas será apoiado por 220 batedores da Polícia do Exército, seguidos do alto por helicópteros, armados e de vigilância. O CMP terá um centro de controle e comando dedicado à operação.

As solenidades começam às 14h e se estendem até a noite. Nos eventos principais, o espaço aéreo ficará restrito a voos comerciais. A aviação geral, das aeronaves de pequeno porte, terá horário especial. A FAB manterá em alerta caças na Base Aérea de Anápolis, a 160 km de Brasília.



O maior desafio da presidente será superar sua própria gestão colocando o país de volta ao cenário econômico com o controle da economia:

por redação RBA : publicado 30/12/2014 às 13:47

Inflação preocupa e deve continuar elevada, mas sem 'descontrole'

Mesmo com baixo crescimento, Banco Central deve continuar aumentando a taxa básica de juros para fazer a variação de preços se realinhar com o centro da meta anual, de 4,5%
inflacao_alimentos3.jpgSão Paulo – A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), seguiu alta durante 2013, acima dos 6% anualizados, e deve seguir nessa toada ao longo do ano que se aproxima, segundo quase todas as previsões, com pressão no setor de serviços, o que faz com que as altas sejam mais sentidas no dia a dia. As apostas agora se dividem em relação a quando os preços podem começar a ceder. Aparentemente, não será tão cedo. Ao divulgar o seu relatório trimestral de inflação, no último dia 23, o Banco Central (BC) estimou que o IPCA continuará elevado em 2015, mas com possibilidade de iniciar um "longo período de declínio", até chegar ao centro da meta (4,5%). E adianta que o Comitê de Política Monetária (Copom) "irá fazer o que for necessário" para que isso aconteça. Assim, é possível esperar novas altas de taxa básica de juros (Selic), apesar do cenário de baixo crescimento econômico – o próprio BC prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 0,2% este ano.
Isso já será possível constatar na primeira reunião do Copom em 2015, marcada para 20 e 21 de janeiro. Desde abril de 2013, o Copom iniciou um ciclo de altas, com alguns intervalos. Nesse período, a taxa básica foi de 7,25% ao ano, seu menor nível histórico, para os atuais 11,75%. No relatório trimestral, o BC avalia que a inflação vai adquirir uma "composição sustentável", por efeito da elevação dos juros, de uma política fiscal "mais contida" e moderação no crédito. Identifica tendência de "exaustão" de alguns processos de realinhamento de preços e acredita que haverá certa "moderação salarial". Em seu cenário de mercado, prevê 6,4% para o IPCA este ano, 6% para 2015 e 4,9% em 2016.
A preocupação se justifica, mas o que houve com a inflação nos últimos tempos esteve longe de significar um "descontrole", como insistiram a oposição e mesmo alguns analistas. Em artigo na Fundação Perseu Abramo, o economista Emilio Chernavsky, por exemplo, lembra que o IPCA deve completar em 2014 o seu 11º ano seguido dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (que tem 6,5% como teto, dois pontos acima do centro da meta) e é similar ao de outras economias emergentes.
Também é verdade que, na gestão Dilma, a inflação média é inferior ao do período Fernando Henrique Cardoso: 6,1% ao ano, de 2011 a 2013, ante 9,1% de 1995 a 2002 (e 5,8% sob Lula, de 2003 a 2010). Mas é preciso relativizar a comparação, à medida que nos anos 1990 o Brasil ainda tentava domar o dragão inflacionário – de 1986 a 1994, a inflação anual foi de 842,5%, em média, caindo para 9,1% no período 1995/2003 e 5,5% de 2004 a 2013. Ou seja, o país vem conseguindo vencer a guerra contra os preços, que às vezes sobem por razões sazonais ou por outras fontes de pressão. Mas o fato é que a última vez em que o IPCA fechou o ano acima de dois dígitos foi em 2002, último ano do governo FHC (12,53%). Ainda a favor de Dilma, pode-se dizer que ela recebeu um cenário internacional mais complicado.
Neste último ano do primeiro mandato de Dilma Rousseff, o IPCA está acumulado em 5,58%, de janeiro a novembro. Deve fechar perto do teto, em torno de 6,4%, taxa semelhante à de 2011 (6,5%) e acima de 2012 (5,84%) e 2013 (5,91%).
Alguns itens exerceram maior pressão sobre a inflação. Enquanto o índice geral soma 5,58% no ano, o grupo Alimentação sobe 6,88%, com o item carnes, por exemplo, acumulando variação de 17,81% em 2014. O grupo Habitação tem alta de 8,25%, também acima da média, e apenas o item energia elétrica residencial chega a 16,46%. Neste começo de 2015, devem pesar mais preços de energia e de transporte, entre outros. O resultado final de 2014 será conhecido em 9 de janeiro.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Agnelo Queiroz: Complacência à sua equipe ou incompetência administrativa?

 Olá: Mas um ano se finda, e eu quero postar pra vocês o último post de 2014: Infelizmente não dar para omitir a minha insatisfação com o ano de 2014: Não foi um ano produtivo pra mim no sentido material! Não encontrei refúgio onde no meu ponto de vista deveria ter encontrado, também é prepotência da minha parte afirmar que Deus se movesse para me alcançar! É isso que imaginamos quando atravessamos caminhos espinhosos, ele se mostra presente, de alguma forma sentimos que ele está lá, mas precisamos dizer algo a ele; "Gritar" ei..cadê você! É assim que vejo à situação atual da Nação Brasileira. Eu sinto que algo estar errado com a Nação, o país geme: Tal vez à imoralidade tomou conta; O homem já não se inclinam para o bem, e o mal assumiu o espaço vago! A sociedade busca por algo que ela mesmo abriu mão- O que dizer de nós mesmos? Precisamos encontrar um norte buscar o trilho perdido e retomar a caminhada: Pois bem! Não tenho novidades, nada além do que todos os veículos de comunicação vem informando e milhares deles: E o que vejo!, O império do cinismo e corrupção de mãos dadas em meio à um povo dividido entre o certo e o errado, me convém ou não!
Mas vamos fazer uma reflexão: 

Sou morador do Distrito Federal e a situação das contas do governo são preocupantes, e o que houve de errado? 

Teria o Governador confiado desacauteladamente na competência alheia?
O Distrito Federal está vivendo dias horripilantes, "os órgãos públicos não funcionam" hospitais, transportes vários setores e secretarias estão em déficit com seus funcionários e prestadores de serviços: Os alunos das escolas públicas foram salvos pelo gongo, funcionários prestadores de serviço da Secretaria de Educação estão com seus salários atrasados, o natal foi comprometido e a passagem de ano se aproxima nada de comida farta na mesa!

 Agnelo Queiroz teve um governo favorável, governou com o apoio do planalto e do seu partido político "PT" à questão é: As contas do Planalto interferiram no seu governo? Ou Agnelo e sua equipe fizeram uma má gestão; Administraram mal às contas públicas?



Congresso aprova a Lei do Calote e anistia Dilma de crime de responsabilidade

 Folha Política:
Em sessão que demorou quase 19 horas, o Congresso Nacional aprovou na madrugada desta quinta-feira o Projeto de Lei 36/14, que muda a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014 para alterar a forma de cálculo do superavit primário. Ainda falta a análise de uma emenda da oposição, o que ocorrerá em sessão marcada para a próxima terça-feira, ao meio-dia.
O texto aprovado é um substitutivo da Comissão Mista de Orçamento, de autoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR), que garante ao governo a possibilidade de usar mais que o limite atual de R$ 67 bilhões para abater despesas a fim de chegar à meta de resultado fiscal, fixada em R$ 116 bilhões.
Assim, todos os gastos com ações do Programa de Aceleracao do Crescimento(PAC) e com as desonerações tributárias concedidas neste ano poderão ser deduzidos da meta. A execução do PAC até o início de novembro soma R$ 51,5 bilhões. As desonerações, segundo a Receita Federal, estavam em R$ 75,1 bilhões até setembro. Como todas essas despesas devem subir até dezembro, o valor do desconto pode passar dos R$ 140 bilhões, mais do que o dobro do abatimento em vigor.
Em meio ao calote aplicado pelo governo federal na alteração da lei de Diretrizes Orçamentária o governador Agnelo cobra sua dívida.
De alguma maneira o GDF estar sofrendo por alta confiança ao seu Partido Politico:


Agnelo Queiroz cobra dívida de R$ 625 milhões do governo federal

Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil Edição: Jorge Wamburg

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, cobrou hoje do ministro interino da Fazenda, Arno Augustin, o repasse de R$ 625 milhões em dívidas do governo federal com o governo local. O Distrito Federal tem enfrentando uma série de problemas com serviços públicos, como coleta de lixo e paralisação de ônibus, com empresários reclamando da falta de pagamento pelos serviços prestados. O dinheiro do Tesouro Nacional ajudaria o governo do Distrito Federal a resolver parte do problema.“São coisas devidas que discutimos com o governo federal, que podem ser repassadas agora e que nos ajudam a fechar a conta . O que o governo nos deve são R$ 625 milhões na área de Previdência. Um repasse como esse, nos ajudaria nesse esforço”, disse ao sair do encontro no Ministério da Fazenda. O governador destacou, porém, que o repasse  ainda será analisado pelo Tesouro Nacional, que neste momento reorganiza também as contas e procura no Congresso Nacional alterar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), na tentativa de não fechar o ano sem cumprir a meta de superávit primário, que é a economia para pagar os juros da dívida Agnelo Queiroz garantiu que tem feito esforços para sanear as contas do seu governo, com a redução de despesas, e quer entregar o governo do Distrito Federal ao sucessor “dentro da normalidade”. O governador, em fim de mandato, culpa parte dos empresários pelos problemas que o Distrito Federal enfrenta no momento. Segundo ele, há um descumprimento dos contratos por parte desses empresários com o governo local.

“Vou fazer cumprir rigorosamente. Atrasos, é possível que tenha. É normal em uma fase como essa. O Distrito Federal tem cinco bacias [de transporte público], então por que só uma parou?”, questionou o governador. Há mais de uma semana, trabalhadores da Viação Pioneira cruzam os braços, prejudicando os usuários dos ônibus da empresa. Eles alegam que não têm recebido vale-alimentação e os salários.

“Se Deus quiser, não [fechará no vermelho]. Estou trabalhando firmemente para resolver o problema”, disse o governador.

Agnelo Queiroz destacou ainda um contrato assinado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) que, diretamente, destinará US$ 220 milhões às áreas de desenvolvimento econômico e saneamento, e, segundo ele, beneficiará a população durante o próximo governo. “Do ponto de vista prático, ele já conta com isso, porque pode inciar licitações e todos os procedimentos para, à medida da execução dos projetos, receber os recursos. Vou deixar em obras contratadas, empréstimos de mais de R$ 20 bilhões”.



Dois mil e quinze está às portas e os diagnósticos são preocupantes, a equipe do governador eleito do DF trabalham buscando o rumo que irão tomar nos próximos quatro anos:  
13/12/2014 12h18 - Atualizado em 13/12/2014 16h14

Rollemberg divulga análise e prevê receber DF com rombo de R$ 3,8 bi

Ele fala em cem riscos à execução de serviços e desrespeito à LRF.
Atual gestão nega e diz trabalhar para concluir governo com contas em dia.

Raquel Morais do G1 DF


vejam o link:


O PSB de Rodrigo Rollemberg  fez parte do governo Agnelo nos  dois primeiros anos de governo:

NOTA OFICIAL - 10/12/2012

"De acordo com a nota, o PSB deixa o GDF não por causa de um fato isolado, mas pelo conjunto da obra. “Todas as nossas tentativas de reverter o quadro negativo de ineficiência e má gestão, assim como de aplicar políticas coerentes com nossos objetivos programáticos, foram frustradas. Não vemos, neste governo, os valores, os métodos e as políticas que defendemos para o DF”.

  A leitura do Partido de Rodrigo Rollmberg ao governo de Agnelo Queiroz não condiziam aos princípios ideológicos que eles pensavam para cidade, à bem da verdade não exerceram muita influência em sua passagem no Governo do Distrito Federal e saltaram de vez deixando para trás às seguintes Secretarias e Administrações:

Secretaria de Estado de Turismo (Setur), da Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), da Administração Regional do Lago Norte, da Central de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF), e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF).

O novo gestor do Distrito Federal terá uma missão nada fácil mas que também não será impossível: Saúde, Educação e Segurança são recursos garantidos pela Constituição vem do Governo Federal e a renda Per-Capita do GDF é uma das melhores do país. 



 Agnelo Queiroz se elegeu com a promessa de recuperar à saúde pública do Distrito Federal ficou na promessa!



                  Saúde:

Foi a bandeira de Agnelo Queiroz ele falhou!




Transporte público continua um caos!


O Distrito Federal vive dias difíceis, o próximo governo precisa agir, escolher certo sua equipe já será um bom caminho andado: Que goste da cidade e sinta amor por ela! O desafio não é fácil mas não é impossível! Deus abençoe o governo.

      Que 2015 seja um ano de bençãos pra todos...feliz ano novo!



sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Chega ao fim a era PT no Distrito Federal:











Na véspera da posse, em entrevista ao DFTV, Agnelo Queiroz, disse que é preciso fazer um enxugamento nas contas do GDF e prometeu reduzir em 50% o número de cargos comissionados, além de privilegiar o servidor concursado.
- Nós estamos com a economia extremamente desequilibrada. Estamos no limite máximo da Lei de Responsabilidade Fiscal. Portanto, não podemos dar aumentos. Para honrar os compromissos e fazer os investimentos que a cidade precisa, é necessário cortar gastos e aumentar a receita - afirmou.
Segundo o novo governador, o primeiro ato de seu governo será cuidar do sistema de saúde do Distrito Federal. Será anunciada a contratação de pessoal para as equipes do programa Saúde na Família.


- A situação da saúde é dramática. Vamos tomar medidas emergenciais, como recomposição de equipamentos, pequenas obras, liberação de centros cirúrgicos, melhoraria da estrutura dos prontos-socorros - disse.
Ainda segundo Agnelo, serão construídas dez UPAs. E as quatro que já estão prontas serão restauradas.
- Nossa intenção é colocar essas 14 UPAs em funcionamento antes de completar seis meses de governo. Atendendo a saúde básica e diminuindo o fluxo dos hospitais.
Para a Administração do Núcleo Bandeirante, foi anunciado o nome do publicitário Bruno Bierrenbach. No Lago Norte, o cientista político Marcos Woortman, do PDT. No Itapoã, foi nomeado o líder comunitário Gesiel Miguel da Silva. No Varjão, José Maria dos Santos, também líder comunitário.
Para o Jardim Botânico, César Lacerda, do PMDB. Na Administração do Recanto das Emas, a professora Izaudete Abrantes. Para o Riacho Fundo I, Arthur da Cunha Nogueira, do PTB. Riacho Fundo II, Geralda Godinho, ex-presidente do Sindicato dos Comerciários. No SIA, foi nomeado Saulo de Oliveira Duarte, do PR. Em Sobradinho II, o administrador será o policial civil Hamilton da Cunha. E para o Sudoeste e a Octogonal, foi anunciado o nome de Marcelo Siciliano.Agnelo diz que prioridade será saúde e segurança pública
O novo governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), disse que os primeiros cem dias de seu governo será de prioridade à saúde e à segurança pública.
- Quero dar pelo menos dignidade aos doentes e resolver esse grande problema de saúde pública de Brasilia - afirmou.
Ele também disse que está preocupado com a imagem da cidade, que está cheia de lixo e com a grama por cortar:
- A cidade está toda com lixo, com muita sujeira. A situação é grave.
Agnelo garantiu que, em sua gestão, Brasília deixará de ser motivo de piada para o resto do país. No ano passado, o então governador, José Roberto Arruda, foi preso pela Polícia Federal, por suspeita em participação de esquema de corrupção local.
- Vamos demonstrar isso com atitude, não adianta falar apenas. Vamos recuperar o orgumlho do brasiliense e mostrar a todos os brasileiros que somos um povo honesto. A imagem da cidade não pode ser maculada pela ação de alguns - afirmou.
Sobre o governo de Dilma, Agnelo demonstrou otimismo:
- Ela vai dar conta e vai dar continuidade à política do Lula. Com Dilma, eu não tenho dúvida, o Brasil continuará crescendo.