terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Escândalos e Corrupções evolvem os trinta e cinco anos do PT.

     
Em acordo de delação premiada ex- gerente da diretoria da Petrobras Pedro Barusco delata ação que repassou 200 milhões de dólares para o Partido dos Trabalhadores.

A Cúpula Petista fechou a semana dia 02/06/2015 em meios às acusações de recebimento de cerca de duzentos milhões de dólares desviados da Petrobras por meio de um de seus funcionários: O ex-braço direito de Renato Duque na Petrobras gerente de serviços afirmou que entre 2003 a 2013 o PT recebeu cerca de duzentos milhões em propina verbas que seria de noventa contratos firmado pela Estatal Petrolífera. Pedro Barusco afirmou em depoimentos prestados a Polícia Federal em novembro de 2014. depoimento divulgado na quinta dia 05/02/2015 pela Justiça Federal do Paraná; Barusco afirma que 50 milhões de dólares foi passado para o atual tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

As diligências realizadas pela polícia federal já foi divulgadas por vários veículos de comunicações!

Estranho não foi a participação do ex-presidente Lula e de toda sua cúpula presente no aniversário do PT.
Nada demais,pois eles têm a"obrigação"de se alto protegerem afinal trata-se dos seus pares!
Não pegou bem foi para presidente Dilma Rousseff, que compactuou com todos os discursos dos colegas de Sigla que fizeram uma alto defesa de Vaccari Neto mesmo sabendo que o tesoureiro se encontra sobre suspeita! Dilma não pode sair em defesa de partidos fazendo parte ou não do tal: Como presidente ela tornou-se mandatária do povo brasileiro à cima de qualquer partido, sendo assim fica impedida de compactuar com atitudes no mínimo suspeitas, afinal o tesoureiro está sendo acusado por criminosos sobre delação premiada, e fica ante ético usar o aparato presidencial nesta situação além do mais ignorando uma multidão de cidadãos que manifestavam do lado de fora do evento contra às falcatruas de seu partido: A "presidenta" Dilma Rousseff deve algumas explicações
Ao povo brasileiro.

Depois das comemorações de trinta e cinco anos do PT Dilma retorna a sua atual realidade, o seus eleitores já começam a suspeitar das suas capacidades mentais e recusam suas atitudes e postura diate dos escândalos de corrupção na Petrobras envolvendo seu partido.
Sua avaliação despenca se tornando à mais baixa em 15 anos.
                                                                                                                                                                 
9/02/2015
Governo Dilma tem o pior índice de aprovação em 15 anos
Pesquisa publicada pelo Instituto Datafolha aponta o maior índice de reprovação do Governo Federal em 15 anos. Segundo o estudo referente ao mês de janeiro, 44% dos entrevistados consideram o atual governo de Dilma Rousseff como Ruim ou Péssimo. Dos 4 mil eleitores ouvidos pelo instituto, apenas 23% aprovaram (ótimo/bom) e 33% taxaram como regular.

A primeira avaliação de 2015, feita entre os dias 03 e 05 deste mês em 188 municípios, traz o resultado praticamente invertido quanto à expectativa de dezembro de 2014. A pesquisa realizada no final do ano passado, apresentou 42% de aprovação em relação ao segundo mandato da Presidente, enquanto 24% reprovavam (ruim/péssimo).
Os escândalos de corrupção na estatal Petrobras podem ser atribuídos como a maior causa de impopularidade da presidente. Nesse sentido, 77% dos entrevistados acreditam que Dilma sabia do desvio de dinheiro e 45% a considera desonesta.
O índice de reprovação de Dilma Rousseff foi o pior em 12 anos de governo do Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1999, o então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) alcançou taxa de 46% de reprovação (ruim/péssimo). A pesquisa do Datafolha ainda apresenta o primeiro vermelho de Dilma em 4 anos governo, com média de 4,8 pontos, em uma avaliação de 0 a 10.
De viagem, o Prefeito de Uberaba Paulo Piau (PMDB), que pertence à base aliada do atual Governo Federal, não pode ser contactado pela equipe do JM Online para falar sobre o assunto.

Fonte: JM - Online

Antônio Borges

domingo, 8 de fevereiro de 2015

PT e Seu Transtorno Bipolar.

O Brasil vive um momento "bipolar" em meios aos escândalos e mau caratismo dos governantes está uma massa de gente conscientes e inconscientes, os últimos acontecimentos criminosos envolvendo políticos, empresários e grande executivos da área petrolífera coloca em risco a personalidade e caráter de todo um povo e a nação brasileira.

De um lado estão os correligionários do Partido dos trabalhadores: Um povo consciente e inconscientes da realidade do PT e de todo seu núcleo administrativo: A cúpula petista se reuniram no dia 06/02/2015 para comemorar os trinta e cinco anos do Partido. O PT foi criado usando um slogan de ética e honestidade, pregando um país socialista e de princípios.

Aos 35 anos o Partido dos Trabalhadores conseguiu duas grandes conquistas para sua legenda elegeram no cargo máximo da política nacional a primeira mulher e um operário vindo das camadas inferiores da sociedade, de família pobre do sertão do Pernambuco despontou Luiz Inácio Lula da Silva, um nordestino de aparência comum aos imigrantes da região - desembarcou no estado de São Paulo em um pau de arara como era chamado os veículos que traziam os imigrantes do nordeste brasileiro.
O imigrante Luiz Inácio foi para o ABC paulista em São Bernardo dos Campos onde conseguiu emprego de torneiro mecânico na metalúrgica, um homem simples e inteligente, logo viu que poderia fazer algo diferente na grande capital para defender às causas dos operários - se filiou no sindicato dos metalúrgicos com sua liderança logo passou à ser chamado de "Lula presidente do do sindicato, Luiz Inácio não trabalhou muito tempo como operário, sofreu um acidente onde teve seu dedo mínimo decepado, o acidente o deixou afastado, Lula conseguiu uma aposentadoria devido a perca do seu dedo mindinho.  Em 1980 com alguns "revolucionários" de esquerda como José Dirceu líder estudantil na década de 60 fundaram o PT. Luiz Inácio Lula da Silva logo se tornou a referência do Partido, depois de três tentativas foi eleito no segundo turno em uma disputa acirrada contra o candidato do PSDB José Serra.
Com Lula na presidência o PT cresceu se tornou a maior legenda no Congresso Nacional;
Lula manteve a política econômica do governo passado, com isso o mercado reagiu operante uma de suas atuações na presidência foi à política social, o governo ampliou alguns dos programas de sucesso do governo de FHC o Bolsa escola, Fies - fundo de financiamento ao estudante do ensino superior; estes programas sociais são muitos explorados pelo PT os tornando programas eleitoreiros: Mas o que deu errado no primeiro mandato de Lula!
O Partido dos Trabalhadores que pregou a ética e os bons precipícios se envolveu no maior escândalo de corrupção naquele período o chamado mensalão como ficou conhecido fez com quê Lula se aliasse a maior bancada do Congresso Nacional e ao presidente do Senado José Sarney: Em um esquema que envolvia compra de votos de parlamentares deixou o governo de Lula na corda bamba obrigando o Presidente buscar apoio.
Dilma Rousseff assumiu o governo em um "cenário mais favorável"e foi reeleita depois de uma eleição apertada com o apoio de seu experiente marqueteiro que foi para o tudo ou nada! Os desafios prometidos pela presidente Dilma estão mergulhando em um mar de escândalos envolvendo a maior empresa pública do País, Dilma não cumpre suas promessas de campanha e mexe em direitos conquistados pelos trabalhadores e cidadãos brasileiros. O PT novamente no fio da navalha por práticas ilícitas. 

   Recapitulando o primeiro escândalo Petista:

Conheça a cronologia do escândalo do mensalão
Marcelo da Fonseca
Publicação: 01/08/2012 11:34 Atualização: 01/08/2012 11:37


     
"O maior escândalo de corrupção envolvendo a compra de votos parlamentares poderia não ter vindo à tona se não fosse uma suposta quebra de acordo entre um empresário e um funcionário público. A insatisfação de um dos envolvidos no esquema que fraudava licitações para os Correios o levou a armar uma prova contra seus antigos parceiros no desvio de recursos públicos. Quando o caso chegou à mídia, novos nomes foram envolvidos na fraude. As denúncias se tornaram uma verdadeira bola de neve, passando de um plano mais simples arquitetado para que algumas empresas levassem vantagem na venda de materiais a órgãos públicos para uma ação organizada que envolvia mais de 100 pessoas, entre parlamentares, ministros, empresários e presidentes nacionais de partidos políticos.

A partir da denúncia feita em junho de 2005 pelo ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), de que seu partido teria recebido uma oferta em dinheiro por parte do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares para votar a favor do governo alguns projetos no Congresso, as acusações se tornaram rotina e, a cada dia, novos nomes apareciam nos jornais. Duas CPMIs foram criadas para apurar as denúncias e três parlamentares perderam as vagas na Câmara.

Um ano depois de deflagrado o esquema, a denúncia chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), e cresceu a expectativa de que o caso teria fim. No entanto, na maior casa de Justiça do país, os adiamentos se tornariam frequentes e o processo judicial passou a se arrastar.

A expectativa é que agora, com o processo e o julgamento em curso, o esquema que apareceu graças a uma gravação de um empresário envolvido em negociações fraudulentas tenha um desfecho. O fim da novela ficará nas mãos de 11 ministros.

A CRONOLOGIA DO MENSALÃO

2005
10 de maio
Revelada filmagem feita em março mostrando o chefe do Departamento de Contratação e Administração de Material da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, Maurício Marinho, negociando propina com empresários interessados em participar de uma licitação do órgão. As imagens foram gravadas por Joel Santos Filho, advogado curitibano que, a pedido do empresário Arthur Washeck Neto, um dos donos da Comam Comercial Alvorada de Manufaturados Ltda. e apontado pela Polícia Federal (PF) como um dos cabeças da quadrilha especializada em fraudar licitações dos Correios. O motivo que levou o próprio empresário a armar a gravação seriam problemas nos acordos que estariam o prejudicando. No vídeo, o funcionário dos Correios afirma ter o respaldo do deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) nas negociações.

6 de junho
No centro das denúncias do escândalo que atingiu os Correios, o deputado federal Roberto Jefferson (PTB) traz à tona a existência de um outro esquema de corrupção que envolvia a compra de votos de parlamentares no Congresso Nacional. Em entrevista, Jefferson denuncia que, desde 2003, seu partido teria recebido uma oferta para receber mesada de um esquema coordenado por Delúbio Soares, tesoureiro do PT.

9 de junho
Mesmo com pressão contrária de parte da bancada governista no Congresso, a CPMI dos Correios é instalada. No calendário de trabalho do grupo, são marcadas entrevistas da presidente do Banco Rural, Kátia Rabelo; do secretário do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Luiz Gushiken; do dirigente do BMG, Rogério Tolentino; e dos empresários Marcos Valério e Daniel Dantas. No mesmo dia, a PF prende quatro suspeitos de participar da gravação envolvendo o servidor Maurício Marinho, flagrado recebendo propina.

12 de junho
Roberto Jefferson volta a acusar integrantes do governo federal de conhecer o mensalão e cita Marcos Valério como articulador financeiro para a compra dos parlamentares. O parlamentar afirma que a verba do esquema viria de empresas estatais e do setor privado.

16 de junho
Citado por Roberto Jefferson como uma das pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que conhecia o esquema, José Dirceu renuncia ao cargo de ministro-chefe da Casa Civil, 10 dias após a revelação do mensalão. O petista reassume a cadeira na Câmara dos Deputados.

8 de julho
É preso no aeroporto de Congonhas José Adalberto Vieira, assessor do deputado estadual José Nobre Guimarães (CE), irmão do presidente nacional do PT, José Genoino, com R$ 200 mil na mala e US$ 100 mil na cueca.

20 de julho
Criada comissão parlamentar mista de inquérito para apurar as denúncias de pagamento de recursos a membros do Congresso com finalidade de aprovar matérias do interesse do Executivo.

12 de agosto
O presidente Lula afirma que foi “traído” e que o governo e o PT têm de pedir desculpas pelos “erros” cometidos.

31 de agosto
PF indicia Delúbio Soares, Marcos Valério, José Genoino e o marqueteiro Duda Mendonça por práticas criminosas relacionadas ao mensalão. Entre as acusações, estão crimes contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro.

14 de setembro
O plenário da Câmara aprova a cassação do mandato do deputado Roberto Jefferson por quebra de decoro parlamentar, por 313 votos. Além do envolvimento com o mensalão, o parlamentar também é citado como participante em atos de corrupção em empresas como a Eletronorte e o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB).

16 de novembro
A CPI do Mensalão é concluída sem um relatório final aprovado. O relator do processo, deputado Ibrahim Abi-Ackel (PP-MG), demonstra irritação com o fim dos trabalhos. “É como se a investigação não tivesse existido. Vira tudo pizza”, disse o deputado.

1º de dezembro
José Dirceu (PT) tem o mandato de deputado federal cassado por quebra de decoro parlamentar. Dos 495 deputados que participaram da votação, 293 optam pela perda do mandato. Dirceu fica inelegível até 2015.

2006
5 de abril
A CPMI dos Correios apresenta o resultado de nove meses de trabalho. O relatório final foi aprovado com 17 votos favoráveis, entre os 31 que integraram o grupo, sendo quatro parlamentares contrários ao texto. A investigação apontou a existência de propinas pagas a parlamentares e pediu ao Ministério Público que mais de 100 pessoas fossem indiciadas. Além de integrantes do governo federal, outros 18 deputados são citados com envolvimento no esquema.

11 de abril
O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, apresenta denúncia ao Supremo Tribunal Federal contra 40 pessoas envolvidas no esquema do mensalão. A lista inclui os ex-ministros José Dirceu (Casa Civil), Luiz Gushiken (Secretaria de Comunicação) e Anderson Adauto (Transportes).

2 de outubro
Oito acusados de ligação com o esquema do mensalão são eleitos para a Câmara dos Deputados: João Paulo Cunha (PT-SP), José Mentor (PT-SP), Vadão Gomes (PP-SP), Sandro Mabel (PL-GO), Pedro Henry (PP-MT), Paulo Rocha (PT-PA), Valdemar Costa Neto (PL-SP) e José Genoino (PT-SP).

6 de dezembro
Sem punição para a maioria dos envolvidos, termina a série de julgamentos de parlamentares citados no mensalão. Dos 19 deputados acusados, 12 foram absolvidos, quatro renunciaram — Paulo Rocha (PT-PA), José Borba (PMDB-PR), Valdemar Costa Neto (PL-SP) e Carlos Rodrigues (PL-RJ) — e três foram cassados pela Câmara de Deputados — José Dirceu, Roberto Jefferson e Pedro Corrêa (PP-PE). O último a escapar da cassação por quebra do decoro parlamentar foi José Janene (PP-PR), absolvido pelos colegas.

2007
28 de agosto
O Supremo Tribunal Federal (STF) aceita denúncia contra os 40 suspeitos de envolvimento no mensalão. No relatório de denúncia, o ministro Joaquim Barbosa aponta como operadores do núcleo central do esquema o ex-ministro José Dirceu, o ex-deputado e presidente do PT, José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, e o ex-secretário-geral Silvio Pereira. Todos foram denunciados por formação de quadrilha.

2008
24 de janeiro
Sílvio Pereira assina acordo com a Procuradoria Geral da República para não ser mais processado no inquérito sobre o caso. Ele teria que fazer 750 horas de serviço comunitário em até três anos e deixou de ser um dos 40 réus.

2010
14 de setembro
José Janene, ex-deputado do PP, morre e também deixa de figurar na denúncia. O parlamentar tinha sido absolvido no processo de cassação na Câmara, mas era suspeito de se beneficiar de mais de R$ 4 milhões das empresas do publicitário Marcos Valério.

2011
7 de julho
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, entrega ao STF as alegações finais do caso do mensalão. No processo, pediu que o tribunal condenasse 36 dos 38 réus restantes. Ficaram de fora o ex-ministro da Comunicação Social Luiz Gushiken e o irmão do ex-tesoureiro do Partido Liberal (PL) Jacinto Lamas, Antônio Lamas, ambos por falta de provas.
Fonte:
Política Diário de Pernambuco
                                                           
 O episódio do mensalão; ação penal 470 parece que foi ontem! O STF condenou 24 dos envolvidos, entre eles dois nomes fortes, José Dirceu, Ministro da Casa Civil no primeiro mandato de Lula no comando do país e José Genoíno ex-presidente do PT e deputado federal por São Paulo na ocasião, hoje Genoíno está cumprindo prisão domiciliar, José Dirceu conseguiu o regime de progressão de pena e também cumpre sua pena em casa-
    
 Além deles, outros três condenados no processo já conseguiram a progressão:  Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, Jacinto Lamas, ex-tesoureiro do PL e o Bispo Rodrigues, ex-deputado federal pelo PR.

 Os outros condenados da ação penal 470 Mensalão, sete cumprem pena em regime fechado e outros sete estão no semiaberto (quando o preso pode trabalhar).
Quatro dos condenados tiveram suas penas convertidas em medidas alternativas, como pagamento de salários mínimos. E há ainda um foragido – o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, que fugiu para a Itália.
Depois de Delúbio Soares a história se repete e sempre envolvendo os tesoureiros do PT:
O sujeito da vez é João Vaccari Neto.








A Revista Época edição nº 860 publicou um artigo sobre a trajetória do novo protagonista contábeis do Partido dos Trabalhadores que coloca outra vez a Sigla no fio da espada.  

Segue a reportagem da Revista Época...




Como João Vaccari Neto se tornou peça-chave na investigação do petrolão

O tesoureiro do PT, João Vaccari, está na mira da Operação Lava Jato. Seu envolvimento no petrolão assusta o PT e o governo

ALBERTO BOMBIG E PEDRO MARCONDES DE MOURA COM LEANDRO LOYOLA
21/11/2014 21h38 - Atualizado em 10/12/2014 16h54


>> Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA desta semana:
Capa escolhida - edição 860 (Foto: reprodução)Desde 2005, quando eclodiu o escândalo domensalão, uma palavra é capaz de tirar o sono dos militantes do PT: tesoureiro. Foi a ligação entre o responsável pelas finanças do partido, Delúbio Soares, e o empresário Marcos Valério que levou à ruína de líderes históricos do PT, como José Dirceu e José Genoino. “Presidente, o Delúbio vai botar uma dinamite na sua cadeira”, afirmou o ex-deputado federal Roberto Jefferson, em junho de 2005, ao relatar uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva meses antes. O desfecho do mensalão é conhecido. Dirceu, Genoino, João Paulo Cunha e o próprio Delúbio acabaram condenados e presos. Lula enfrentou sua maior crise política, e seu mandato ficou sob risco. Transcorridos nove anos, o rastilho de pólvora do petrolão, o escândalo de corrupção na Petrobras, ameaça chegar até o Palácio do Planalto. A dinamite agora atende pelo nome de João Vaccari Neto, sucessor de Delúbio na Tesouraria do PT.

Nos últimos dias, o nome de Vaccari ressurgiu com força nas investigações sobre o petrolão. Mesmo diante da cautela com que o juiz federal Sergio Moro vem conduzindo as apurações daOperação Lava Jato, a quantidade de citações a Vaccari e as evidências que o ligam ao esquema sugerem que ele, mesmo sem ter sido indiciado pela Polícia Federal, será um dos próximos alvos da operação. 
Leia toda trama do tesoureiro clicando no link da revista:
A reportagem de Época estaria profetizando o que aconteceria ou o repórter tem um faro rico em informações!
Como aconteceu com Delúbio Soarez no episódio do Mensalão irá se concretizar no Petrolão com o tesoureiro João Vaccari Neto. Mais uma vez o Partido dos trabalhadores tentam desmontar a trama de corrupção que supera o escândalo de roubalheira do Mensalão que teve 24 condenados entre eles os principais líderes do PT e o seu tesoureiro.
Depois de uma eleição suspeita com a vitória apertada da presidente Dilma Rousseff
o esquema começa a ser revelado  de forma estranha, soando haver um fogo amigo contra Dilma.
No aniversário do partido Dilma Rousseff procurou um aconchego com seus correlegionários e sua militância: Teve como convidado o presidente desconcertado Pepe Mugica do Uruguai: Pepe fez um discurso aquém do esperado pelos seus colegas da Sigla do PT.
  À quem diga que o PT têm um projeto audacioso de governo que todos os riscos  será necessário para atingi-lo, e isso torna Luiz Inácio o homem forte do PT mais indicado para torna-lo vivo, mesmo que para isso ele use à tática de desmoralização dos fatos.
No aniversário de trinta e cinco anos da Sigla o discurso de Lula instigavam os militantes à saírem às ruas para defender o partido e desconstruir o trabalho da Polícia Federal que vem sendo aguerrida contra os envolvidos no esquema dentro da Petrobras.
Lula disse que não entendeu o motivo do qual a Polícia Federal não intimou o tesoureiro à depor, João Vaccari foi pego de surpresa em sua casa, vejam a ação:    
Os agentes da Polícia Federal responsáveis por levar coercitivamente o tesoureiro do PT João Vaccari Neto para depor na manhã desta quinta-feira tiveram que pular o muro da casa do petista, na Zona Sul de São Paulo, pois ele se se recusou a abrir o portão para os policiais. Na residência, foram apreendidos documentos e objetos. A ação faz parte da nona fase da Operação Lava Jato, batizada de My Way. Ao todo, foram expedidos 62 mandados em São Paulo, Bahia, Santa Catarina e Rio de Janeiro: um de prisão preventiva (RJ), três de prisão temporária (SC), dezoito de conduções coercitivas e quarenta de busca e apreensão. (Com Estadão Conteúdo).
O senador José Pimentel (PT) afirmou, nesta quinta-feira, que a Polícia Federal e outros organismos estão apurando o caso da Petrobras. Por conta disso, observou não ser necessário mais CPI, como a que está pronta para ser instalada na Câmara. Pimentel lembrou que houve duas CPIs do mesmo tema no Senado e a oposição, até hoje, não deu entrada nos resultados finais.
Sobre o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, que foi detido nesta quinta-feira pela PF para prestar depoimento dentro da Operação Lava Jato, o senador José Pimentel disse que isso faz parte do processo. Ele acentuou que Vaccari, por ocasião de CPI do gênero, teve seus sigilos bancário e telefônico quebrados e não apareceu dado novo.

O que explica tanta indignação de Lula contra a Polícia Federal, trata-se de uma pessoa investigada pela justiça; o tesoureiro está sendo apontado por ter recebido da Petrobras 200 milhões de dólares em propinas para o PT.

Lula, Dilma e o presidente do PT Rui Falcão discursaram conclamando os militantes, para saírem às ruas: Teremos então um embate popular!

PT comemora 35 anos de fundação do partido na defensiva

Em meio ao maior escândalo da sua história, partido reúne seus caciques em uma festa marcada por discursos de exaltação à legenda e até críticas à atuação da Polícia Federal


Juarez Rodrigues/EM/D.A Press
Na mesa, o governador Fernando Pimentel, os presidentes Pepe Mujica, do Uruguai, e Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula: militância conclamada a 'andar de cabeça erguida'

Acuado pelas denúncias que atingiram seu tesoureiro, João Vaccari Neto, o PT reuniu seus principais caciques em um evento em Belo Horizonte, marcado por críticas até mesmo à Polícia Federal. Em todos os discursos, o tom foi de defesa do partido e críticas ao que os petistas chamam de “criminalização” da legenda. O evento, com direito a bolo e parabéns, contou com a presença da presidente Dilma Rousseff, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente do Uruguai, Pepe Mujica, além de governadores, ministros, parlamentares e militantes, que ocuparam todo o auditório do Minascentro.
Na quinta-feira, véspera da comemoração do aniversário, Vaccari Neto – que no evento ganhou um lugar no palco e foi lembrado em várias discursos – foi levado coercitivamente para depor na Polícia Federal sobre supostos recebimentos de propina por empresas que prestam serviços para a Petrobras. No mesmo dia, também foi revelado o depoimento do ex-gerente de Engenharia da estatal Pedro Barusco, que, em delação premiada, acusou o PT de receber R$ 200 milhões em propinas da petrolífera, entre 2003 e 2013. “Ontem (quinta) fiquei indignado, mais do que em outros dias, mas tomei cuidado para não repassar aqui a indignação de ontem. Seria muito mais simples a PF ter convidado nosso tesoureiro para se apresentar do que ir buscar em casa, mas eles estão repetindo o mesmo ritual desde 2005 quando começaram as denúncias que eles chamaram de mensalão”, afirmou o Lula, logo no início de sua fala, antes de começar a ler seu discurso, hábito pouco comum em eventos do partido. O ex-presidente repetiu o que havia dito à tarde, durante a reunião da Executiva Nacional da legenda, quando alertou a militância: “Quando um companheiro é atacado, na dúvida, fica com o companheiro”.
Durante todo o ato no Minascentro, os dirigentes exaltaram o PT e conclamaram a militância a “andar de cabeça erguida” e não aceitar a pecha de partido corrupto.  Não faltaram também ataques ao que o partido chama de cruzada contra a Petrobras. Durante os discursos, todos defenderam a regulamentação econômica da mídia e criticaram a imprensa, que, segundo Lula, tem como critério noticiar escândalos de corrupção e criminalização da legenda.
Apesar do tom de exaltação ao partido, dirigentes – entre eles o próprio Lula, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, e o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT) – pregaram a autocritica em relação aos erros cometidos, sem, porém, citar quais seriam, e a retomada dos valores e origens da fundação do partido. Também saíram em defesa das medidas econômicas pouco populares adotadas pela presidente Dilma logo no início do governo, mas cobraram a não retirada de direitos dos trabalhadores. Uma delas foi a alteração das regras do seguro-desemprego sob a alegação de excesso de fraudes.
Última a falar, a presidente pediu aos militantes “coragem política”, disse que o partido não pode ter medo e deve ter força para resistir “ao oportunismo e golpismo”. Em relação a Petrobras, afundada em denúncias de desvios e irregularidades, que resultaram no maior escândalo da história do partido, a presidente disse que, se houver erros, “aqueles que erraram que paguem por eles”. Dilma disse que o brasileiro tem de ter orgulho da empresa. “Não podemos aceitar que alguns tentem colocar a Petrobras como sendo uma vergonha para o país.” Defendeu ainda a apuração de “tudo que foi feito de errado” e a criação de mecanismos para evitar irregularidades.
A presidente também falou sobre os ajustes fiscais de seu governo e disse que eles são são necessários para manter o rumo e ampliar as oportunidades. Segundo ela, as mudanças que o país precisa dependem da estabilidade da economia.  Antes, Lula já havia dito que as medidas adotadas por Dilma eram necessárias. “Mesmo reclamando nos corredores, Dilma, tenha a certeza de que nós sabemos que o que você vai fazer vai levar o país a um momento muito melhor. Faça o que tiver que fazer, porque por um erro desastroso nosso, quem vai sofrer é o povo mais humilde deste país”, afirmou.
‘Nunca se sintam os patrões do Brasil’
O presidente uruguaio José Mujica foi o convidado de honra da festa petista e fez um discurso distante do tom de defesa dos petistas. Pepe, como é conhecido o político de 79 anos que deixa o governo no final deste mês, pediu aos militantes petistas que cuidem da alma da legenda. “Mas nunca se sintam os patrões do Brasil”, ponderou Mujica. O presidente uruguaio conclamou os militantes para que eles não sejam enganados pela sociedade de consumo. “Aprendam a viver com pouco”, ensinou o presidente, que dispensa as regalias do cargo e dirige um VW Fusca de 1978.
///
 O presidente do Uruguai Pepe Mujica deu seu recado: "Nunca se sintam os patrões do Brasil"
Pepe Mujica presidente do Uruguai."

Dilma Rousseff parece que sofre transtorno bipolar com a maioria dos seus pares- afirmar que alguém está querendo colocar a Petrobras como vergonha! Presidenta Dilma Rousseff a quadrilha que se estalou na Petrobras é que estão acabando com à Estatal e pelo visto já há um esquema montado para saírem ilesos, nem à máfia siciliana conseguiram tanto estrago.  
Publicação. Clique no link.
Luiz Inácio demonstra que não é mais o mesmo, se utiliza de um texto elaborado!


 Essa é a política do PT, se escondem de suas falcatruas atrás de um texto elaborado e um discurso mentiroso, eles conseguiram acabar com a Petrobras e querem convencer seus correligionários de quê são os mocinhos!Essa mascara está caindo.



O governo de Dilma Rousseff precisa sair do discurso imaginário e partir para a prática.

Os indícios do envolvimento da "presidenta" e do ex-presidente Lula estão cada vez mais contundentes.


Antônio Borges:

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Aldemir Bendine solução ou aparelhamento premeditado!


 Pois bem: Após uma grande parte da mídia ter divulgado no dia 05/02/2015 que o Ministro da Fazenda Joaquim Levy ficaria incumbido de indicar o sucessor da ex-presidente da Petrobras Graça Foster em 24 horas..
A Madame Rousseff se antecipou e bateu seu martelo: A presidente não perdeu tempo após ter desviado à atenção da imprensa; o dia raiou com toda cúpula petista rindo à toa!


O que se pergunta é! Estaria Levy sabendo da estratégia da madame? Os aliados do Planalto estavam em comum acordo com à escolha presidencial? 


O atual Ministro das Comunicações Ricardo Berzoini foi o principal articulador? 

Tantas perguntas não mudará a reação do mercado, bolsas despencaram e entre os escândalos há um final de semana de folego para Dilma Rousseff.

Vejam às notícias da repercussão da escolha do ex-presidente do BB. 
                             
PETROBRAS NA PIOR
NOME DE BENDINE NÃO AGRADA WALL STREET; AÇÕES DESPENCAM
NOMEAÇÃO DE ALDEMIR BENDINE DERRUBA AÇÕES DA PETROBRAS EM WALL STREET
Publicado: 6 de fevereiro de 2015 às 18:23 - Atualizado às 19:14

Mercado aguardava nome mais independente do governo. Aldemir Bendine é considerado muito próximo ao PT (Foto: Valter Campanato)
Mercado aguardava nome mais independente do governo. Aldemir Bendine é considerado muito próximo ao PT (Foto: Valter Campanato)
A notícia sobre a escolha do presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, para comandar a Petrobras no lugar de Graça Foster, ainda não confirmada oficialmente, não agradou os investidores em Wall Street. O executivo é visto como muito próximo ao PT e a expectativa era que o escolhido fosse um nome mais independente, de acordo com gestores e operadores.
Um dos sinais do descontentamento com a escolha pode ser visto na queda dos American Depositary Receipts (ADRs), recibos que representam ações da Petrobras listados na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O papel recuava 9,3% no final da tarde desta sexta-feira, uma das maiores quedas dos dia de toda a bolsa norte-americana. O ADR também era o terceiro papel mais negociados do dia.
Bendine é muito próximo ao Partido dos Trabalhadores (PT) e a expectativa dos investidores era por um nome mais “amigável ao mercado”, mais independente, avalia um gestor de um fundo que compra papéis da Petrobras e prefere não se identificar. Para ele, não pode ser descartado o risco de a empresa perder a classificação grau de investimento em ao menos uma das agências de classificação de risco nos próximos meses.
Para o gestor de um fundo de hedge, na gestão do Banco do Brasil, Bendine não ofereceu resistência à estratégia do governo de usar os bancos públicos para aumentar o crédito, reduzir os “spreads” e estimular a economia. Por isso, a sensação é que na Petrobras ele também não deve se opor às interferências de Brasília na gestão da companhia.
Neste momento turbulento na empresa, que ainda não tem nem balanço auditado e é investigada pela Justiça dos EUA e do Brasil, o mesmo gestor reforça que o mercado esperava alguém com mais autonomia, que representasse um ruptura com a gestão anterior. Mas Bendine é percebido mais como uma continuidade, disse ele.
Ao contrário do BB, em que era funcionário de carreira desde 1982 e conhecia as operações do banco, os investidores ressaltam que outro ponto negativo é que Bendine tem pouco conhecimento técnico do setor de petróleo e gás. (AE)
Conspirações ou realidades nuas e cruas!

 Reinaldo Azevedo tem uma visão "espantosa"dos acontecimento políticos que nos últimos anos vem surpreendendo o Brasil e o mundo! Teria o povo brasileiro se anestesiado diante dos episódios de escabrosidades que vive o Brasil, vejam a ótica do texto e prestem atenção nas imagens e façam sua interpretação da fala de Dilma Vana Rousseff; presidente da republica federativa brasileira. 

06/02/2015
 às 20:28

Como Dilma ajudou a impedir que se investigasse a Petrobras e concorreu para o naufrágio da empresa; pior: ignorou crimes reais e apontou os que não existiam. Ou: O vídeo da impostura

Corria o ano da graça de 2009, e a então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, já pré-candidata à Presidência, foi a público, no dia 22 de maio, vituperar contra a CPI da Petrobras. Fazia ainda o tratamento contra o câncer, razão de estar com peruca.  Felizmente — e quem me conhece sabe que não brinco nem ironizo —, ela se curou. A Petrobras, ao contrário, agoniza.
Vamos ver o que disse Dilma. Vejam o vídeo. Transcrevo depois a fala para que possa ser reproduzida sites e blogs afora.

“Eu acredito que a Petrobras é uma empresa tão importante do ponto de vista estratégico, no Brasil, mas também por ser a maior empresa, a maior empregadora, a maior contratadora de bens e serviços e a empresa que, hoje, vai ocupar cada vez mais, a partir do pré-sal, espaço muito grande, né?, ela é uma empresa que tem de ser preservada. Acho que você pode, todos os objetos, pelos menos os que eu vi da CPI, você pode investigar usando TCU e o Ministério Público. Essa história de falar que a Petrobras é uma caixa preta… Ela pode ter sido uma caixa preta em 97, em 98, em 99, em 2000. A Petrobras de hoje é uma empresa com um nível de contabilidade dos mais apurados do mundo. Porque, caso contrário, os investidores não a procurariam como sendo um dos grandes objetos de investimento. Investidor não investe em caixa preta desse tipo. Agora, é espantoso que se refiram dessa forma a uma empresa do porte da Petrobras. Ninguém vai e abre ação na Bolsa de Nova York e é fiscalizado pela Sarbanes-Oxley e aprovado sem ter um nível de controle bastante razoável”.
Nota: Sarbanes-Oxley é o nome de uma lei dos EUA (formado a partir dos respectivos sobrenomes de um senador e de um deputado), de 2002, que estabelece mecanismos de transparência contábil para as empresas que operam na Bolsa dos EUA.
Embora a fala esteja vazada em búlgaro antigo, dá para entender o que ela quer dizer. Notem ali o tom de indignação, como se investigar a Petrobras correspondesse a apelar ao nefando, a violar o estaço do sagrado. Sim, temos a então ministra e presidente do Conselho a assegurar a superioridade dos mecanismos de controle da Petrobras. Não se esqueçam de que, àquela altura, os descalabros da Pasadena já tinham acontecido, e Dilma os conhecia muito bem. Ora, ora… Cerveró foi demitido. Ela, já presidente, o recontratou para a diretoria financeira da BR Distribuidora.
Eis aí. Não apenas Dilma queria matar a CPI — reitero que falava como ministra, presidente do Conselho e virtual candidata à Presidência da República — como fazia acusações genéricas contra o governo passado. Fez tabula rasa das evidências já escandalosas de irregularidades que havia na gestão petista, mirando seu canhão contra os adversários, a troco de nada.
Lembro: a CPI criada no Senado em maio e instalada só em julho de 2009 investigava manobras contáveis da empresa para driblar o fisco, irregularidades em patrocínios,  e, atenção!, superfaturamento na construção de plataformas e na obras de Abreu e Lima. A maioria governista, claro!, esmagou a investigação. A oposição abandonou a comissão em sinal de protesto. O senador Romero (PMDB-RR), relator, concluiu o seu texto em dezembro, de acordo com as vontades de Lula, do PT e de Dilma. Escreveu lá: “O conjunto de indícios de irregularidades apontados pelo TCU nas obras da Refinaria Abreu e Lima, depois da análise empreendida pela CPI, mostrou-se inconsistente.”
É bem verdade que Jucá chegou a identificar a atuação de uma quadrilha. Está escrito: “Diante das apresentações dos convidados ficou demonstrada a formação de uma quadrilha envolvendo funcionários da Petrobras em conluio com alguns representantes de empresas. Constatou-se que a fraude não foi maior devido ao trabalho conjunto do Ministério Público Federal, da Polícia Federal e da Petrobras”. Viram só? Na Petrobras, teriam colaborado nesse trabalho meritório de identificação da quatrilha Paulo Roberto Costa, Renato Duque, Nestor Cerveró…
Com a devida vênia, num pais sério, toda essa gente estaria em maus lençóis. Lamento, Dilma! O conjunto da obra constitui crime de responsabilidade.
Por Reinaldo Azevedo

Antônio Borges.




Levy e o gol que não marcou: Dai-lhe Dilma.



Mas uma vez deu Dilma na cabeça, a presidente decidiu ela mesma pela escolha do presidente da Petrobras, não passou de rumores, e não será dessa vez que Dilma Rousseff abrirá mão de assumir suas responsabilidades dando certo ou errado! Até porque não se trata de um cargo qualquer!

O comando da Gigante fica mesmo nas mãos do PT, claro que às especulações de que a escolha do novo presidente seria de Joaquim Levy ficou mesmo nas especulações; já era de se esperar.

O PT permanece com o controle total da estatal, colocando assim um ponto de "?" na Gigante-
O PT está envolvido até às vísceras no maior escândalo de roubalheira já visto no Planeta Terra em uma empresa Pública - agora é só esperar pra ver como irá reagir o Mercado!




Bendine é considerado próximo do ministro das Comunicações e ex-presidente do PT Ricardo Berzoini



"O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, vai substituir Graça Foster na presidência da Petrobras. Considerado próximo do ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, Bendine foi escolhido pela presidente Dilma Rousseff para a missão de salvar a empresa da maior crise de sua história. O conselho administrativo da estatal elege hoje os novos diretores da companhia, que renunciaram ao cargo juntamente com Graça esta semana, após os desgastes com as denúncias de corrupção reveladas pela Operação Lava Jato.
No comando do BB desde abril de 2009, ainda no governo Lula, Bendine é funcionário de carreira do Banco do Brasil, onde começou como estagiário aos 15 anos de idade. Foi aprovado em concurso em 1982. Embora não seja filiado a qualquer partido, tem proximidade com lideranças do PT. Ainda no banco, passou pelas diretorias de Cartões; Varejos e Novos Negócios antes de virar vice-presidente e, em seguida, presidente. Natural de Paraguaçu Paulista (SP), Bendine tem 51 anos."
Reportagem:
Fonte: Congresso em foco


A tarefa espinhosa pode cair nas mãos do Ministro da Fazenda Joaquim Levy, claro que na situação atual da estatal petrolífera esse jogo pode se converter em favor do Ministro.
Joaquim Levy está muito bem obrigado - e isso pode soar ao seu favor na escolha do novo nome capaz de gerir a crise de corrupção que se estalou na Gigante do Petróleo Brasileiro.


  No comando de sua pasta ele chegou causando com o chamado pacote da maldade do governo Dilma - não deixando transparecer nenhuma insegurança: O Ministro segue firme com seu pacote de "maldades", mais quem disse que remédio amargo não cura! Tal vez seja o Ministro mais seguro de suas convicções, com projetos elaborados com suas próprias lógicas, depois de suas medidas o mercado econômico segue lentamente para uma reação, isso pode lhe render os méritos; com sua indicação Joaquim Levy estará também dando cara à tapa, esse cargo está minado com o estopim escancarado e o Ministro decidirá se detona ou não: Mas pelo bem do Planalto seria Melhor à Gerente confirmar sua confiança em Joaquim pelo-menos demonstra ter sua ficha limpa e ousadia-  com um pouco de autonomia poderá salvar à estatal dos ratos de porões.
A sua influência estará exposta nas próximas 24" horas, e sua escolha mexerá com o futuro da Petrobras.
Joaquim Levy e a missão de apagar todo esse incêndio, para salvar a Petrobras.

Notícias:

Nona fase da Lava Jato teve como base depoimentos de Pedro Barusco, em novembro do ano passado, no acordo de delação premiada.


A nona fase da Operação Lava Jato teve como base os depoimentos do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, em novembro do ano passado, no acordo de delação premiada.
Ele detalhou a divisão da propina dentro da empresa. A atuação do tesoureiro do Partido dos Trabalhadores, João Vaccari. E acusou o PT de arrecadar até US$ 200 milhões em propinas.
Pedro Barusco trabalhou na Petrobras entre 1979 e 2011. O nome dele veio à tona, em novembro, quando fez um acordo de delação premiada e se comprometeu a devolver quase US$ 100 milhões em propinas.
A delação do ex-gerente de engenharia orientou essa nova etapa da investigação. E esclareceu a atuação de ex-diretores e do Partido dos Trabalhadores dentro da Petrobras.
Barusco contou que houve pagamento de propina em 90 contratos, entre 2003 e 2013, nos governos Lula e Dilma. E que os acertos eram feitos em reuniões com a participação dele, do ex-diretor de serviços Renato Duque e do tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto.
Barusco afirmou que o PT recebeu propina, por meio de Vaccari, em valores que variam de US$ 150 a US$ 200 milhões. Dinheiro desviado de contratos da Petrobras.
Barusco também confessou ter recebido US$ 50 milhões desse esquema. E disse que a empresa holandesa SBM, alvo de outra investigação sobre corrupção na Petrobras, repassou dinheiro ao PT.
O ex-gerente relatou um pagamento de US$ 300 mil para reforçar a campanha do partido em 2010. E suspeita que fosse propina. Segundo ele, o dinheiro foi pedido pelo ex-diretor Renato Duque ao lobista da SBM, Julio Faerman. 
Barusco também descreveu a divisão do suborno para o operador do PT em quatro diretorias:
- Na de abastecimento, que foi comandada por Paulo Roberto Costa, a propina equivalia a 2% do valor dos contratos. Desse total, 0,5% iam para Vaccari, operador do partido;
- Na de serviços, de Renato Duque, metade da propina de 2% ia para o PT;
- Na de exploração, que foi comandada por Guilherme Estrella, o PT também levava metade da propina, que variava entre 1% e 2%. Em algumas vezes, o valor destinado ao PT era integral;
- O mesmo acontecia na diretoria de Gás e Energia, que foi comandada por Ildo Sauer e Graça Foster, que renunciou, na quarta-feira, à presidência da Petrobras.
Perguntado se Graça Foster e Ildo Sauer sabiam dos pagamentos por fora, Barusco disse que não, que não tinha espaço para conversar essas coisas com eles. Mas acrescentou: se sabiam, não contaram.
O delator disse que ainda não sabia como Vaccari recebia a propina, se em contas no exterior ou em dinheiro vivo. Segundo Barusco, o dinheiro vinha de obras de grande porte da Petrobras, como refinarias e gasodutos.
Ele contou que, quando saiu da empresa, em 2011, foi indicado pelo ex-presidente Sergio Gabrielli, do PT, para se tornar diretor de operações da Sete Brasil, que passou a ter contratos com a Petrobras.
Barusco apresentou uma tabela que mostra que Vaccari recebeu, em nome do PT, US$ 4,5 milhões do estaleiro Kepell Fels, contratado pela Sete Brasil.
Vaccari foi identificado como Moch, sigla usada porque ele sempre andava com uma mochila, segundo o delator.
Pedro Barusco explicou participação de Renato Duque
Nos depoimentos de novembro, Pedro Barusco também explicou a participação do ex-diretor de serviços da Petrobras Renato Duque no esquema de corrupção.
Pedro Barusco contou aos investigadores que era o contador do ex-diretor Renato Duque - a quem chamou de desorganizado. Era Barusco, ex-gerente da Petrobras, quem controlava as contas do esquema no exterior. E apresentou mais de 50 extratos da propina ao Ministério Público Federal.
Um deles, segundo ele, prova um dos pagamentos da Odebrecht a Barusco em setembro de 2009. Um extrato de quase US$ 100 mil.
O dinheiro da Odebrecht foi repassado através da construtora internacional Del Sur. Segundo o documento, o dinheiro foi depositado na conta da empresa Pexo Corporation, aberta por Barusco na Credicorp Bank, no Panamá. Outro extrato mostra que a Pexo Corporation recebeu mais de US$ 3 milhões.
Segundo Barusco, Renato Duque recebeu, no total, cerca de US$ 40 milhões em propina entre 2003 e 2011.
O ex-diretor chegou a ser preso em novembro do ano passado. Foi solto em dezembro, por uma liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavaski, que não viu risco de fuga dele pro exterior.
Pedro Barusco contou também que gerenciava o dinheiro da propina pago por 14 empreiteiras. Segundo ele, essas empresas eram o núcleo duro do esquema. Disse que, além do dinheiro no exterior, também pagava a propina a Duque em dinheiro vivo, num esquema parecido com uma mesada.
Entre 2005 e 2011 pagou mensalmente, em espécie, um total de R$ 10 milhões a R$ 12 milhões. Segundo ele, entregava o dinheiro dentro da Petrobras. E que chegou a ter em casa, só para esses pagamentos, cerca de R$ 3 milhões.
Por causa da Operação Lava Jato mandou o dinheiro para contas na Suíça, com a ajuda de um operador de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras.
Barusco afirmou ainda ter pago propina a Jorge Zelada, ex-diretor internacional, que ficou no cargo até 2012. Segundo ele, eram repasses eventuais. Mas Barusco confirmou ter entregue dinheiro na casa de Zelada - cerca de R$ 120 mil.

Na delação, o ex-gerente da Petrobras negou que que haveria represálias aos empreiteiros se as propinas não fossem pagas. Mas resumiu o esquema: "O pagamento de propinas dentro da Petrobras era algo endêmico e institucionalizado"
Lucas Salomão e Camila Bomfim
Do G1 de Brasília TV Globo
Antônio Borges:
Link desta matéria...
http://glo.bo/1EIVCeJ