sábado, 21 de maio de 2011

A criação parte IV

                            
 Ao criar o homem e lhe dar todo o domínio sobre as criaturas: Deus viu que não era bom que homem ficasse só; Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que LHE seja idônea. Então Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne. E a costela que o senhor Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe. E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; CHAMAR-SE-Á VAROA, PORQUANTO DO VARÃO FOI TOMADA. Por isso deixa homem pai e mãe e se une a uma só mulher, tornando os dois uma só carne. Ora, um e Outro, O homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam.
Deus preparou uma resposta a Lúcifer por sua desobediência: Do pó da terra criou um ser à sua própria imagem e semelhança. Deus faz do abismo um paraíso e coloca o homem: Prisioneiros de outra extremidade do abismo estavam inquietos com os acontecimentos: Lúcifer que um dia fora Querubim da guarda de Deus abaixo somente de Jesus na hierarquia não suportava o fato de tudo estar acontecendo diante de seus olhos: Encheu-se de ódio uma vez que já havia perdido os direitos  regalias da monarquia celestial; Agora prisioneiro não passava de intruso! Cuidado! De Deus não se zomba o que o homem plantar também ceifará: Isso é mandamento eterno! E lúcifer foi expulso por desobediência, perdeu o louvor o direito de desfrutar junto com Yeshua Hamashia o messias de Nazaré as glórias que só o pai pode oferecer a qualquer criatura, isso também é dádiva do pai celestial: Agora aquele ser já desprezível, maquinava no seu coração de ódio como acabar com tudo que estava sendo feito. Deus coloca um jardim no Éden e toda espécie de frutos bons para alimento, o homem passa a ser o guardião do jardim, o criador encarrega a sua nova criatura feito a sua imagem e semelhança a cuidar daquele patrimônio, Deus coloca o homem e sua mulher a prova! No meio do jardim coloca duas espécie de árvores frutíferas: E dar uma ordem para os guardiões, comam de tudo que estiver no jardim é bom para alimento, Porém: Não toquem na árvore do conhecimento do bem e do mal. Por que se comeres é certo que morrerás. A fidelidade da criatura testada pelo criador:, Deus sabia o resultado, mas deixou a cargo dos dois, e agora aquele fruto despertou na mulher o desejo de conhecê-lo, de tocá-lo, sentir o sabor do proibido, como qualquer criança a ordem para não tocar aquele fruto era um convite. Lúcifer estava lá. Ele não estava nada satisfeito com tudo aquilo, não deixaria barato! E houve um vacilo: Onde estaria Adão? Porque ele deixou a serpente convencer sua mulher? Ele estaria fora? Gn: 3-6 Assim que come do fruto ela dar também para Adão, porque ele não a impediu? Adão também desobedeceu ao seu criador! A terra foi criada em meio à morada de anjos caídos, o homem nunca esteve à sós nesse planeta! Ao olhar do criador estão também às espécies que foram aprisionadas no grande abismo. Mas uma vez Deus se entristece com sua criatura, agora é a vez do homem ser expulso! O coração de Deus estar amargurado, o jogo de acusações começa no jardim: Ao comer do fruto abriram-se os olhos para o pecado foram lançados fora do paraíso de Deus, Adão acusa sua mulher e coloca a culpa no criador! Gn: 3-12 A mulher que me deste por esposa! A mulher diz: Foi a serpente, Deus chama a serpente e amaldiçoa rastejarás e comerás o pó da terra todos os dias de sua vida! Porei inimizade entre ti e a mulher! E sua descendência e o seu descendente, Este te ferirá a cabeça! Deus amaldiçoa a serpente que se tratava ali de uma possessão de lúcifer: A mulher foi amaldiçoada com a dor do parto e teve o seu desejo agora entregue a seu marido Ge: 3-16: Ao homem foi sentenciado a cultivar o solo e viver do suor do seu rosto, Deus preparou a terra com abrolhos e cardos para que o homem vivesse dela. A preocupação do criador agora seria com o fruto mais valioso! A árvore da vida: Que dar a vida eterna! Deus golpeia lúcifer e coloca Querubins para guardar à árvore da vida.                                                                                                                                                                                                                                                                            
                                                                                                                                                                                                                 Borges                                                                                                                            

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